Crônicas subterrâneas

Décimo-segundo jogo, 01/05/2009

Reflexões e decisões.

O grupo viu que os ogros decidiram voltar e não tiveram muito a fazer além de segui-los. Após a caminhada de volta, chegaram na cidade e decidiram falar novamente com Rishet e a encontraram na luxuosa estalagem que ela informou que estaria.

Rishet falou mais um pouco sobre os subterrâneos, já que fora questionada sobre os portais que eles encontraram no caminho. Não sabia muito, mas acabou comentando sobre um lugar conhecido como Cidade das sombras, onde pessoas procuradas tinham um lugar para descansar. Durante a conversa, ela também revelou que Drows vieram perguntar sobre Barbarius, dizendo a ele para que tomasse cuidado…

O grupo então decidiu falar novamente com Firneblin, na esperança que ele lhes desse mais possibilidades. A reservada criatura apenas explicou que a Cidade das sombras era diferente da perigosa cidade de criminosos e assassinos para onde poderiam ter sido levadas Natana, Sedéria e Dóris. Ainda sem saber o que fazer e temendo não conseguirem sobreviver na cidade dos assassinos, o grupo acabou decidindo voltar para a cidade na esperança de que o Drow que Rishet comentou fizesse contato com Barbarius.

Enquanto estavam na taverna, Barbarius foi contactado por um Drow que sabia de seu interesse por dinheiro. O Elfo negro então ofereceu a ele dinheiro em troca de alguns serviços e, ainda sem saber exatamente o que teria que fazer, ele aceitou a oferta. Logo o Drow o levou para um um portal que deu num longo corredor iluminado por tochas, onde após breve investigação, ele descobriu que três guardas vigiavam o local. As instruções do Bárbaro eram para resgatar uma Drow presa numa sala que seria identificada por um desenho de um sol com três círculos.

Ele logo descobriu que, para conseguir libertá-la ele precisaria passar pelos três guardas, ainda que não tenha questionada exatamente o porque de estarem ali ou que tipo de prisão era aquela. Sem muita dificuldade ele venceu os três e, quando os revistou, encontrou alguns items curiosos: Um cordão adornado com pequenos ossos, uma caixa com um anel e uma carta e uma calça velha com um estranho corte. Além das armas e armaduras leves que usavam, o que poderia valer algum dinheiro.

Barbarius encontrou a sala com o sol com três círculos e, dentro dela, encontrou a Drow. Ela estava presa numa grande parede de gelo e, através de um estranho mecanismo, ele a libertou, ainda que ela estivesse desacordada. Então a levou de volta e recebeu o pagamento, depois revelando ao grupo todo o ocorrido, o que despertou algumas suspeitas…

Dart leu a carta, que estava escrito em Élfico, revelando que era uma carta de amor de uma mulher para alguém, provavelmente o guarda que Barbarius matou. Também descobriram que as espadas que Barbarius trouxe eram de fabricação da superfície, o que tornou tudo um pouco mais estranho ainda. Teria ele ido na superfície e voltado, sem saber?

As suspeitas aumentaram e, logo Barbarius recebeu um novo convite,entregue por um escravo. Falou novamente com o Drow, mas o Bárbaro negou a nova oferta de trabalho, sem querer saber exatamente qual era. Em sua consciência, ele ainda refletia se seus atos tinham sido corretos, ainda que tivesse sempre a intenção de ajudar o grupo. Alugaram então um quarto para descansarem e o fizeram, embora Lino tenha tido um longo sonho no qual um unicórnio o observava de longe, enquanto ele via Sedéria. Ao acordar, Lino se sentiu incomodado por causa da promessa que fez à jovem.

O grupo então entrou mais uma vez em uma longa discussão sobre os rumos que deveriam tomar, ainda sem ter certeza sobre qual caminho deveriam seguir.

Enquanto isso, Dobaldor decidiu caminhar pela cidade Drow e acabou encontrando um estranho e egocêntrico Dragão negro, que esperava por alguém numa grande praça da cidade. A grande criatura, que surpreendentemente parecia ter algum senso de humor, acabou conversando com o Gnomo após ele fazer a ela o favor de atrair a atenção de um Drow, que o Dragão acabou devorando, revelando que não nutria grande apreço por Elfos negros. O Dragão parecia um tanto curioso e se interessou pela história de Natana, que Dobaldor acabou mencionando sem querer.

Enquanto isso, o grupo discutia e acabou chegando à conclusão de que deveriam procurar as mulheres na cidade dos assassinos. Dobaldor se despediu do estranho Dragão e, quando o mencionou para o grupo, eles não acreditaram muito, o que fez com que ele os levasse para ver a grande criatura, gerando espanto em todos.

Mas logo eles seguiram para fora da cidade e, fazendo uma oferenda a Firneblin, este logo apareceu e eles manifestaram sem desejo de ir para a cidade dos assassinos. Firneblin desencorajava que fossem, mas mediante a decisão firme do grupo, ele então concordou em levá-los, embora dissesse que não conhecia claramente quando e como haveriam portais para se voltar de lá.

Estariam mesmo Dóris, Natana e Sedéria na cidade? Conseguiriam salvá-las? Ou seria a última cidade que veriam de fato? Só o tempo diria…

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kio

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