Crônicas subterrâneas

Décimo-quinto jogo, 19-08-2009

O mundo de Fórgus - Conclusão

A batalha se inicia e o grupo não tem muita dificuldade para vencer a maioria dos piratas. Vendo a derrota iminente, alguns deles acabam de rendendo, facilitando ainda mais a vitória. A mulher acaba fugindo, e Fórgus acaba desistindo de segui-la, já que havia alguma pressa.

Com o término da batalha, o capitão vai até uma taverna em busca de um conhecido e pede para o grupo aguardar seu retorno. Só agora eles analisam melhor o local e vêem que estão num porto relativamente sujo e com algumas pessoas com rostos não muito amigáveis. Após poucos minutos, o capitão retorna e diz que eles precisam retornar para o barco. Aproveitando que encontrou algum dinheiro nos mortos da última luta, Dart pede ajuda ao capitão para comprar uma espada larga e ele consegue sem muita demora.

De volta ao barco, eles seguiram viagem por várias horas e, em meio à viagem, Lino perguntou ao capitão sobre a mulher que os atacou e ele disse que seu nome é Irna. Fórgus diz que ela acha que ele roubou um tesouro de seu pai, conhecido como capitão Vernum, apesar de Vernum já ter morrido. Fórgus então revela que é uma parcial verdade, já que ele realmente possui parte do tesouro, mas ele lhe foi dado pelo próprio Vernum, para que guardasse um importante segredo… Que ele não revelou qual era, limitando-se a dizer que era melhor ser caçado pela filha do que revelá-lo…

Após a longa viagem, chegaram a uma pequena ilha com uma torre, onde haviam vários barcos piratas ancorados e barracas ao redor da torre. Fórgus os levou até a torre e, durante o caminho, explicou que secretamente ela era utilizada para servir como prisão para alguns prisioneiros importantes dos piratas, incluindo aí uma prisioneira sua, que ele entregaria a eles para que a trocassem por Dóris.

A torre era bem fortificada e Fórgus parecia ser bem conhecido pelos integrantes, já que foi levado rapidamente aos aposentos secretos, onde várias salas continham os tais prisioneiros. Numa das últimas estava uma mulher de roupas de guarda, com armadura e brasões, que o capitão revelou que era Rinalia, uma ex-capitã de guarda. A capitã já tinha sido salva por Fórgus e, teve a chance de também salvá-lo. Por fazê-lo, foi considerada desertora da guarda e conseqüentemente caçada para ser julgada. Fórgus ofereceu ajuda a ela e ela aceitou, aguardando ali até que ele pudesse levá-la para a cidade dos assassinos, livrando-a da guarda.

Deveriam então levá-la para o barco, mas Fórgus alertou que isso poderia não ser tão simples e era por isso que o grupo estava ali. O capitão comentou que alguns piratas não aceitavam que ela fosse levada por Fórgus, mesmo sendo sua prisioneira. Afinal, ela possuía um grande valor.

Ao saírem da torre, era claramente necessário um plano de fuga, já que um grande grupo de piratas os aguardavam. Dobaldor utilizou algumas magias para ajudar no transporte, enquanto Dart e Barbarius foram de encontro ao grupo em carga, iniciando então um grande combate em massa. Enquanto lutavam, Dobaldor utilizous suas magias para conduzir a prisioneira até o pequeno barco que os levaria de volta ao navio e então auxiliou os dois guerreiro na luta, juntamente com Lino.

Dart e Barbarius provocaram um massacre, matando mais de vinte dos piratas, o que fez com que os remanescentes fugissem para pedir ajuda. Nesse intervalo, o grupo foi rapidamente ao barco e fez o caminho de volta. Fórgus abriu novamente o portal e eles logo estavam novamente na cidade dos assassinos.

Sem muita demora libertaram Dóris, que revelou que Jaila vivia sob constante perigo. Enquanto decidiam o que fazer o grupo foi abordado por dois aventureiros que disseram terem sido enviados por Radaene: Eidoneous, o bardo e a maga Susannah. Se dizendo portadores de uma mensagem da Dragoa, eles disseram ao grupo que chegou a hora de pagarem o que devem a ela. Para isso, deveriam ir para uma cidade chamada Emessit´Zy e aguardar.

O grupo desconfiou um pouco, mas tudo parecia indicar que eles eram mesmo enviados por Radaene, já que sabiam de coisas que o grupo discutiu em sua torre. Ainda assim, Dobaldor não aceitou muito bem os dois. Acabaram por decidir ir para uma taverna próxima, para que se recuperassem e decidissem sobre o próximo passo. Dart foi primeiro, seguido pelo grupo.

Enquanto isso, Lino e o bardo Eidoneous saíram pela pequena cidade e, acabaram presenciando uma das damas de Trissis, que trazia alguém que foi petrificado. Ela utilizava longos mantos brancos e o rosto coberto por um capuz, além de carregar três espadas nas costas. Os dois acabaram se aproximando timidamente e questionaram sobre como falar com Trissis. Surpreendentemente, ela se mostrou prestativa, dizendo que precisavam ir até a torre e pedir uma audiência. Apesar de estarem sozinhos, os dois acabaram decidindo seguir até a torre e ver no que daria, o que revelaria algumas surpresas…

Durante o caminho para a torre, foram advertidos por um enigmático texto mágico que surgiu na frente deles e dizia: “se não souber a razão de estar seguindo em frente, volte agora mesmo”. Bateram na porta e foram saudados por uma mulher ilusória, que questionou o porque de sua visita. Quando Lino mencionou que estava ali para buscar Natana, parece que já estava sendo esperado, pois a porta se abriu e eles viram uma pequena sala, visivelmente menor do que a torre permitiria. Logo foram saudados por uma mulher de feições serenas, cabelos negros presos e vestindo roupas comuns, que se identificou como Trissis.

Trissis parecia surpreendentemente comum, o que deixou os dois extremamente surpresos. Ela mencionou que aguardava o grupo que estaria com Natana, já que ela lhe contou sua história e ela parecia conhecer os habitantes dos planos Carcerários. Foram levados por Trissis até uma sala confortável, onde Natana jazia numa boa cama. Trissis disse a eles que a deixaria partir, pois não seria louca o suficiente para prender alguém que tem uma dívida com eles, sendo de onde ela vem. Lino acabou conversando um pouco com a enigmática Trissis e ela pareceu ser evasiva e misteriosa quanto a forma que utilizava para reger uma cidade tão perigosa, deixando claro que era de uma forma cheia de questionamentos sem resposta, deixando claro que a extensão de seus poderes não tenha ficado tão clara quanto sua visível inteligência.

Sem muita demora, saíram da torre e Natana acordou após algum tempo, ainda que não estivesse com o mesmo comportamento, parecia bem. Foram então abordados pela criatura azul que parecia ter comprado Sedéria. A estranha criatura pediu para que eles reunissem o grupo, pois iria levá-los de encontro a menina.

Lino e Eidoneous voltaram e relataram brevemente sua empreitada, juntando então o grupo e indo de encontro à criatura azulada, que os levou por um portal até um lugar de frio extremo, que logo eles ficariam sabendo por ela própria que era o plano Paraelemental do gelo, uma terra tão fria que era capaz de congelar até mesmo o fogo… Dobaldor sentiu ali uma estranha afinidade, que lhe assustou um pouco.

Não demorou muito para que chegassem a uma enorme estrutura de cristal, que se abriu para eles. Para que suportassem o frio extremo, a criatura azul lançou a magia que estava permitindo que eles sobrevivessem sob uma estranha pedra, que propagou a magia por todo o interior do castelo, o que deixou a maga Susannah intrigada com tamanho poder. Logo encontraram a regente daquele local de grande beleza, a enigmática Issidia. Ela revelou que “comprou” Sedéria puramente por ser o destino dela, já que, de alguma forma, ela sabia que o destino do grupo era encontrá-la, embora não revelasse a eles o porquê. Intrigado com todo o conhecimento que ela parecia possuir sobre presente e futuro, decidiram não demorar muito. Ela entregou Sedéria sem muita demora, avisando que a menina fora violentada pelos seus captores antes que chegasse a ela.

De posse finalmente das três, o grupo se dirigiu para a saída da enorme estrutura para então decidirem qual seria seu próximo passo…

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kio

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